Há 5 anos, eu fiquei internada por quase 1 mês por causa de uma doença grave. Meu marido, então meu namorado, foi me visitar todos os dias. Todos. Quem já ficou internado sabe que o tempo não passa no hospital, que cada semana equivale a 1 mês. As visitas diárias dele marcaram minha rotina, me faziam ansiar pelo momento de ver e abraçar ele. Quando completamos 1 ano e 1 mês de namoro, eu ainda estava internada e ele não poderia me dar flores como de costume, porque o hospital proibiu. Ele me deu um monte de chocolates e um cartão desses que vendem em papelaria, com o tema de casamento, que são feitos para dar junto com o presente de casamento. Lá ele me chamou pela primeira vez pelo apelido que até hoje nos chamamos, Ssaura (ele é o Ssauro), que fez parte da nossa hashtag de casamento: casamentossauro. Nesse dia, passeamos pelo meu andar do hospital, nos divertimos, vimos desenho juntos… Ou seja, ele fez esse dia ser especial mesmo devido a essas circunstâncias.

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Naquela época eu confirmei em meu coração que era esse o tipo de homem com quem eu tinha que passar o resto da minha vida, porque ele já estava colocando em prática o “amar e respeitar, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença”.

Hoje sei que eu poderia fazer de tudo, até doar a ele minha última gota de sangue, que eu jamais seria capaz de retribuir completamente tudo o que ele fez por mim naqueles dias.

Por isso eu digo: case-se com quem te faz bem. Com quem te quer bem. E com quem não fica ao seu lado apenas quando você está bem.

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